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Football Academy: Um Guia Completo Sobre Futebol Americano

O interesse do brasileiro com Futebol Americano cresceu exponencialmente desde a fim da década de 1980, quando a Band passou a transmitir jogos com uma certa regularidade por iniciativa do imortal Luciano do Valle, tendo já ocorrido dois jogos oficiais em campos brasileiros, algo impensável 10 ou 20 anos atrás.

Football Academy nasceu com o objetivo de ampliar o conhecimento do Futebol Americano para os fãs do esporte no Brasil, destrinchando conceitos muitas vezes difíceis de entender, principalmente para quem nunca segurou uma bola oval na vida, que é o caso, pensamos, de 90% dos brasileiros.

Afinal, parafraseando o personagem Jimmy Dugan, interpretado por Tom Hanks, no filme “Uma Equipe Muito Especial”(A League of Their Own, 1992), “Quanto mais você conhece sobre o jogo, melhor vai apreciá-lo.” Obviamente, ele estava se referindo ao Baseball, mas a frase serve para qualquer esporte, incluindo nosso querido Futebol Americano.

Colaboradores:

Fernando Gherardini: torcedor dos 49ers desde o Super Bowl XXIV, quando o time de Joe Montana bateu os Broncos de John Elway, conquistando o título pela quarta vez. Segundo dizem por aí, tem mais horas assistindo a jogos de futebol americano que urubu de voo. Mora na região de Washington, DC, desde 2016, mas nunca abandonou o time da costa oposta, gerando olhares de WTF cada vez que aparece nas ruas vestindo uma jersey com o tom errado de vermelho;

Gustavo Hitzchky (pronuncia-se Ritsqui): autor do mundialmente famoso “Dictionary to the Foot of the Letter” (Dicionário ao Pé da Letra), é torcedor dos Titans (talvez o único no mundo fora de Tennessee), e apaixonado por Fantasy Football. Escolheu o time pelo amor à música, e até hoje baba de felicidade diante dos replays do Music City Miracle, jogada pela qual os Titans bateram o Buffalo Bills na final da Conferência Americana na temporada 1999;

Vinícius Vianna: torcedor do Denver Broncos desde os dias de Tim Tebow, o que por si só já é feito admirável, não é mesmo? Mas como a fé move montanhas (no caso dele, as Montanhas Rochosas), o lendário quarterback dos Gators seria substituído por ninguém menos que Peyton Manning, que logo ganharia o Super Bowl L, consolidando o amor do garoto pelo time de Mile High.

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